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as últimas novidades do mercado e também guias completos de
orientação para cada cultura.

Cana de Açúcar
Informações relevantes
- O fósforo está presente em cada célula viva na forma de ATP e
nenhum outro elemento pode substituí-lo;
- A deficiência de fósforo causa redução no teor de açúcar na
cultura de cana;
- A cana-de-açúcar é uma das culturas que mais extraem nutrientes
do solo.
Ação com micronutrientes
Aplicação de zinco, cobre e manganês já são práticas comuns na
região Nordeste e vêm sendo consideradas cada vez mais importantes
nas regiões canavieiras do Sudeste, pois essas têm apresentado
teores baixos a muito baixos desses micronutrientes.
Sintomas de deficiência
Diagnose visual
Nitrogênio
- Folhas mais velhas uniformemente verde-claras e amarelas, com
secamento das pontas e bordas;
- Colmos mais curtos;
- Pouco perfilhamento e atraso no desenvolvimento
vegetativo.
Manganês
- Folhas novas com clorose em faixas da ponta até o meio das
folhas;
- Estrias cloróticas podem tornar-se brancas e necróticas e as
folhas podem desfiar pela ação do vento;
- Pontos necrosados unem-se formando faixas contínuas.
Fósforo
- Folhas velhas, mais estreitas e curtas, com coloração
verde-escura a azulada;
- Pouco crescimento das raízes e internódios;
- Colmos menores e mais finos, com perfilhamento escasso ou
ausente.
Boro
- Folhas novas torcidas, com lesões translúcidas entre as
nervuras;
- Folhas no cartucho podem ficar cloróticas e mais tarde
necróticas.
Potássio
- Folhas velhas com mosqueamento ou clorose amarelo-alaranjada
nas pontas e bordas, podendo chegar à necrose;
- Diminuição do crescimento, colmos mais finos e internódios mais
curtos;
- Cartucho (folhas mais novas) distorcido, em forma de
leque.
Cálcio
- Folhas velhas com aspecto de ferrugem;
- Folhas novas enrolam-se para baixo, apresentando-se torcidas e
necróticas;
- Sob deficiência aguda, as folhas do cartucho tornam-se
necróticas nas pontas e ao longo das margens;
- Colmos mais finos e frágeis, afilando-se rapidamente na porção
terminal.
Zinco
- Folhas novas com estrias cloróticas que podem formar faixas
largas ao longo do limbo;
- Internódios curtos e crescimento atrasado;
- Brotos esbranquiçados e colmos finos.
Magnésio
- Folhas velhas com aparência de ferrugem ou manchas cloróticas
começando nas pontas e ao longo das margens;
- A parte interna da casca do colmo pode mostrar-se de coloração
marrom;
- Planta de tamanho reduzido.
Cobre
- Folhas novas descoloridas, enroladas e finas como papel;
- Colmos e meristemas perdem turgidez e o ponteio tende a
pender;
- Perfilhamento reduzido.
Ferro
- Folhas novas com clorose internerval da ponta para a base;
- Em caso de deficiência severa, a planta inteira pode tornar-se
clorótica ou branca.
Enxofre
- Folhas novas uniformemente cloróticas, podendo desenvolver
coloração roxo-clara;
- Folhas pequenas e muito estreitas;
- Colmos finos e estreitos.
Avaliação nutricional
Diagnose foliar
A Avaliação do estado nutricional da planta pela diagnose foliar
tem, por base, a determinação do teor de nutrientes em amostra de
20 a 30 folhas-diagnóstico por talhão uniforme, coletadas 4 meses
após a brotação. A folha-diagnóstico é a primeira folha, a aprtir
do ápice, em que a lígula (bainha) é totalmente visível.
Análise de solo
A análise de solo, precedida por uma amostragem técnica, é o
principal meio para se estimar a fertilidade do solo. Em função da
análise de solo, diagnose foliar e visual são adotadas as práticas
corretivas (calagem, gessagem e fosfatagem) e as de manutenção
(adubação via solo e foliar).
Práticas corretivas
Calagem:
Visando o sucesso da calagem, deve-se atentar na escolha do tipo
e qualidade do calcário, além de incorporá-lo, o mais profundo
possível, por ocasião da implanstação do canavial.
Gessagem:
A gessagem visa o condicionamento do solo em sub-superfície
(20-40 cm), devendo ser realizada em solos que apresentem uma das
características abaixo:
- Teor de Ca < 5 mmol,dm-²
- Al> 5 mmol,dm-³
- m% > 20.
Fosfatagem:
A fosfatagem é recomendada para a cultura de cana-de-açúcar
cultivada em solos arenosos (argila < 20%), em que o teor de
fósforo encontra-se muito baixo (em resina, P < 6 mg dm-³).
Nessas situações, recomenda-se utilizar 150 a 180 kg há-¹ de
P2O5.
Linha diferenciada
Veja porque a linha de fertilizantes Fosmag tem ajuste perfeito
para o milho de alto rendimento:
Fósforo
A fonte de fósforo do Fosmag é o Multifosfato Magnesiano - MFM,
produto exclusivo da Manah. No Fosmag a disponibilização do fósforo
é gradual, porém completa, durante o ciclo da cultura, o que reduz
perdas desse nutriente pela fixação por compostos de ferro e
alumínio do solo.
Baixa acidez
A tecnologia de produção do MFM faz com que a solubilização do
fósforo do Fosmag não produza acidez, não alterando o pH na região
de aplicação. Isso mantém o alumínio e o excesso de manganês
tóxicos neutralizados pelo efeito da calagem, além de não
interferir na atividade biológica do solo.
Sulfato de cálcio
Fosmga contém sulfato de cálcio (CaSO4), que se move no perfil
do solo liberando cálcio e reduzindo a atividade e toxidez do
alumínio em profundidade, possibilitando maior expansão das raízes.
Fica garantido também o suprimento do enxofre.
Nutrientes do grânulo
Todos os nutrientes do Fosmag estão associados no mesmo grânulo,
exceto o potássio, o nitrogênio e o silício que, em algumas
fórmulas, são completados em mistura. Isso significa redução da
segregação, mantendo uniformidade na distribuição.
Granulometria farelada
Com essa forma física, o Fosmag apresenta maior superfície de
contato, o que resulta em melhor distribuição e cobertura dos
nutrientes na área favorecendo, especialmente, a absorção dos
micronutrientes que, normalmente, são aplicados em pequenas
doses.
Multinutriente
O Fomag é um fertilizante que nutre as plantas de maneira
completa, tendo como princípio o equilíbrio entre os nutrientes.
Possui vasta gama de formulações contendo 3 diferentes níveis de
micronutrientes, para cada fórmula NPK, atendendo as necessidades
dos diversos solos e plantas.
