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Guias de Adubação

Arroz Irrigado Download

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Nutrição

Produção

A produtividade média de arroz irrigado no Brasil é de 4.750 kg ha-1 (IBGE), sendo que no Rio Grande do Sul a produtividade média é de 5.615 kg ha-1 (IRGA); no entanto, produtores que utilizam alta tecnologia podem atingir médias de 10.000 kg ha-1.

Exigências nutricionais

A nutrição do arroz deve ser equilibrada conforme as recomendações da cultura. Contudo, a adubação nitrogenada é a que pode representar maiores acréscimos de rendimento de grãos (LOPES, 1993), com valores em torno de 21 kg a 24 kg de grãos/unidade de nitrogênio aplicado.

 

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Necessidade da planta

Avaliação nutricional

As recomendações de adubação e calagem devem ser baseadas nos resultados de análise química do solo, devidamente interpretados por um engenheiro agrônomo. A avaliação por diagnose foliar é uma ferramenta importante, mas, quando se detecta a defi ciência, a quebra da produção já pode ter ocorrido.

Análise de solo

A análise de solo é indispensável para estimar as características físicas e químicas do solo, para então realizar um correto programa de adubação. A coleta das amostras de solo tem importância fundamental na exatidão dos resultados da análise. Assim, devemos seguir o procedimento mais indicado para a coleta das amostras.

 

Práticas corretivas

Calagem

Em geral, recomenda-se uma saturação por base de 50%. Entretanto, certos cultivares toleram mais a acidez do que outros, como é o caso do arroz de terras altas. Embora essa cultura tenha pouca ou nenhuma resposta ao calcário, não signifi ca que a sua recomendação deva ser dispensada; pelo contrário, deve ser feita visando a um balanço adequado de nutrientes no solo, além do suprimento em cálcio e magnésio. Além disso, é preciso considerar que outras culturas entrarão no sistema, em sucessão e/ou rotação, devendo a calagem atender às exigências dessas culturas.

 

FOSMAG®

Veja por que a linha de fertilizantes Fosmag tem ajuste perfeito para o arroz irrigado de alto rendimento:

Fósforo

A fonte de fósforo do FOSMAG® é o Multifostato Magnesiano - MFM, produto exclusivo da Manah. No FOSMAG® a disponibilização do fósforo é gradual, porém completa, durante o ciclo da cultura, o que reduz as perdas desse nutriente pela fixação por compostos de ferro e alumínio do solo.

Baixa acidez

A tecnologia de produção do MFM faz com que a solubilização do fósforo do FOSMAG® não produza acidez, não alterando o pH na região de aplicação. Isso mantém o alumínio e o excesso de manganês tóxicos neutralizados pelo efeito da calagem, além de não interferir na atividade biológica do solo.

Sulfato de cálcio

O FOSMAG® contém sulfato de cálcio (CaSO4), que se move no perfil do solo, liberando cálcio e reduzindo a atividade de toxidez do alumínio em profundidade, o que permite maior expansão das raízes. O suprimento de enxofre tambémfica garantido.

Nutrientes no grânulo

Todos os nutrientes do FOSMAG® estão associados no mesmo grânulo, exceto o potássio, o nitrogênio e o silício, que, em algumas fórmulas, são completados em mistura. Isso significa redução da segregação, mantendo a uniformidadeda distribuição.

Granulometria farelada

Com essa forma física, o FOSMAG® apresenta maior superfície de contato, o que resulta em melhor distribuição e cobertura dos nutrientes na área, favorecendo, especialmente, a absorção dos micronutrientes, que, normalmente, são aplicados em pequenas doses.

Multinutriente

O FOSMAG® é um fertilizante que nutre as plantas de maneira completa, tendo como princípio o equilíbrio entre os nutrientes. Apresenta grande variedade de formulações, com três níveis diferentes de micronutrientes para cada fórmula NPK, atendendo às necessidades dos diversos solos e plantas.

 

Sintomas de deficiências

Diagnose visual
  • Nitrogênio Nitrogênio

    amarelecimento das folhas mais velhas; morte prematura das folhas; diminuição do perfi lhamento

  • Molibdênio Molibdênio

    clorose internerval nas folhas mais novas; enrolamento da lâmina foliar para cima.

  • Fósforo Fósforo

    folhas velhas com coloração bronze; redução do perfi lhamento; prolongamento do ciclo da cultura.

  • Zinco Magnésio

    folhas velhas com coloração amarelada; área alaranjada entre as nervuras; em casos extremos, a folha fi ca completamente seca.

  • Potássio Potássio

    redução do crescimento; clorose branca nas pontas das folhas mais velhas, intensifi cação para marrom e necrose.

  • Enxofre Enxofre

    folhas novas amareladas; crescimento reduzido da planta.

  • Cálcio Cálcio

    morte das folhas terminais; atrofi amento das plantas; necrose marrom-avermelhada nas nervuras.

  • Magnésio Zinco

    coloração esbranquiçada na base das folhas ao lado da nervura central; folhas mais velhas com coloração marrom-ferrugem; crescimento atrofi ado da planta.

  • Boro Boro

    folhas emergentes tornam-se brancas e dobram-se; em casos extremos, o ponto de crescimento pode morrer.

 

Informações relevantes

  • Observar a época preferencial de semeadura, pois esta tem importância fundamental para o sucesso da cultura.
  • O nitrogênio na cultura do arroz permite diferentes manejos e métodos de aplicação (pré-plantio incorporado, solo seco e em cobertura), de acordo com cada sistema de cultivo (pré-germinado, convencional, semidireto, direto e sistema mix). Para defi nir a melhor estratégia de aplicação do nitrogênio, consulte um engenheiro agrônomo ou a entidade de pesquisa regional.
  • Para defi nir a quantidade de nitrogênio, devem-se considerar diversos fatores, entre eles o sistema de cultivo, o teor de matéria orgânica do solo e a produtividade esperada. Para as doses acima de 50 kg de N/ha, recomenda-se a divisão - a primeira no início do perfi lhamento, e a segunda no ponto de algodão.

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Fontes consultadas para a elaboração deste guia:
EPSTEIN, E. The anomaly of silicon in plant biology. Proceeding of the National Academy of Sciences, Washington. v. 91, n .1, p. 11-17, 1994. MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. 2. ed. New York: Academic Press, Inc., 1995. 887 p. SOUZA, D. M. G.; LOBATO, E. Cerrado: correção do solo e adubação. 2. ed. Brasília, DF: EMBRAPA Informações Tecnológicas, 2004. 416 p.: Il. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão (Goiânia - GO). Fertilidade do solo e nutrição da cultura do arroz. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2004. SBCS. Comissão de Química e Fertilidade do Solo. Manual de adubação e calagem para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 10. ed. Porto Alegre, 2004.









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